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Por que não ser a (o) amante?

Por que não ser a (o) amante?

Chegamos ao início de mais uma semana e, também, ao momento de escolher o tema deste artigo. Foi, então, que me lembrei de certa vez, em que participando de um Fórum sobre Liderança e Gestão de Pessoas, tive acesso a determinadas informações, tão simples e corriqueiras em nosso dia a dia, mas, que, no entanto, até, então, se mostraram distantes e difíceis de colocá-las em prática. Compartilho com vocês algumas que me chamaram a atenção.

Em uma das palestras o tema abordado foi Líderes Inovadores – caminhos para excelência, exposto por Maria Rita Gramigna, presidente do Instituto Gestão de Pessoas, e, dentre tantas coisas interessantes, uma delas ficou em minha memória.

De acordo com ela, a palavra líder, muitas vezes está diretamente associada à gestão de negócios, ao meio corporativo e a grandes empresários. Mas, tão importante quanto, é sermos também, líderes em nossas vidas pessoais.

Dentre as várias personagens que fazem de alguém um bom líder, estão, segundo ela, o viajante, o guerreiro, o artista, o mentor, o coerente, o crítico, o bufão, o destrutor, o mago e finalmente, a amante.

Todas são importantes, no entanto, a amante é a principal. É a que resume tudo e por este motivo é a que vamos ater nossa atenção neste artigo.

Quando estamos ou somos apaixonados por alguma coisa, tendemos a nos doar por inteiro e naturalmente queremos que tudo dê certo, logo, nos dedicamos mais do que o normal, e na maioria das vezes dá certo, inclusive, no mundo dos negócios.

Ao implantarmos “a amante” em nosso trabalho e em nossa vida pessoal, passamos a viver em constante motivação, alegria e com brilho no olhar, mesmo diante de crises, dos momentos difíceis e até mesmo em momentos em que não se vê luz no fim do túnel. Ao contrário, há vontade de encontrar soluções, de buscar novas alternativas, de tornar as circunstâncias mais promissoras, as escolhas tendem a serem assertivas, as decisões bem tomadas e o fluxo de tudo segue como água em rio corrente.

Por isso, é importante ter em mente que a satisfação pessoal é fator determinante para qualquer sucesso profissional, e vice e versa. Não basta apenas ter um bom salário. Se não estiver pleno exercendo aquela função, não haverá bons resultados. Assim como não basta ter uma vida pessoal tranquila. Se não for feliz no trabalho não terá uma satisfação pessoal integral.

E, quando estamos apaixonados, alcançamos essa satisfação pessoal. Então, seja qual for a sua profissão, cargo que ocupe atualmente ou empreendimento que atue, não perca mais tempo. Não fique parado achando que não é capaz, ou acomodado por medo de não conseguir outra oportunidade melhor ou de reverter as situações difíceis. Haja como uma amante apaixonada. Vá à luta!

Busque dentro de si o que te impulsiona. Faça diferente. Inove, busque por alternativas! Procure identificar o lado bom das coisas.

Mude o que tiver que mudar, reveja a sua situação atual. Redesenhe as estratégias. Reflita sobre como está sua vida hoje e, como quer estar daqui a alguns anos. Procure estar em volto de tudo o que te dá prazer, que te complete, que te faça bem, que te motive.

Lembre-se do velho ditado da vovó: “Antes só do que mal acompanhado!” e lidere a sua vida em todos os âmbitos. A máxima também vale para os negócios!

Portanto, crie novas estratégias e apaixone-se pelo seu projeto de vida pessoal e profissional.

Boa sorte!

Canal de Estimação
Pauline Machado
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Diretora Editorial do Canal de Estimação e apresentadora do programa Canal de Estimação, exibido pelo RIC Play - plataforma digital do Portal de Notícias do Grupo RIC | Rede Record do Paraná. Há 14 anos desenvolve ações em prol dos animais.

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